Perfil do Pequeno Empresário
Perfil do Pequeno Empresário
Pesquisa nacional sobre Empresas de Pequeno Porte (EPP)
Conheça quem são os pequenos empresários no Brasil: escolaridade, atividades, motivações, formalização e impactos — com dados interativos e relatórios para download.
Em destaque
Principais achados da pesquisa
Slides com os destaques mais recentes do Perfil do Pequeno Empresário.
Quem é o EPP
Perfil do pequeno empresário
Dez indicadores organizados em três eixos: quem é a pessoa, como funciona o negócio e qual foi a trajetória até a formalização.
Eixo A
Quem é
Eixo B
O negócio
Eixo C
A trajetória
Formalização
Impactos da formalização
Quatro dimensões em que o CNPJ muda o jogo para o pequeno empresário: fornecedores, B2B, governo e crédito.
Para imprimir
Infográficos do EPP
Versões para impressão com os principais resultados da pesquisa.
Documentos
Relatórios completos
Apresentações e relatórios das edições da pesquisa Perfil da ME e EPP.
01Perfil da ME e EPP
Edição mais recente da pesquisa nacional.
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02Perfil da ME e EPP
Resultados da edição 2022.
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03Perfil da ME e EPP
Pesquisa completa da edição 2019.
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04Perfil da ME e EPP
Edição 2018 da pesquisa.
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05Perfil da ME e EPP
Apresentação da edição 2017.
AcessarPerfil
Qual é a escolaridade dos Pequenos Empresários?
Mais da metade dos Pequenos Empresários (62%) chegaram ao nível superior. Esse resultado indica que esse público tem uma escolaridade acima da média brasileira (17%) e acima do observado entre os MEI (34%) e os ME (57%).
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Qual é o tamanho da família dos Pequenos Empresários?
Nota-se uma pequena diminuição na média do tamanho da família do Pequeno Empresário comparado aos anos anteriores: de 3,3 para 3,1 pessoas.
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Qual é a renda familiar dos Pequenos Empresários?
Em relação a renda familiar do Pequeno Empresário, a pesquisa apontou que 30,7% tem renda de mais de R$10 mil até R$20 mil. Se compararmos com os anos anteriores, temos:
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Quais são as atividades econômicas mais frequentes entre os Pequenos Empresários?
As atividades mais comuns entre os Pequenos Empresários são o comércio varejista de artigos de vestuário e acessórios, o comercio de produtos alimentícios, e o transporte de carga, exercida por mais de 15 mil Pequenos Empresários (cerca de 10% do total de EPP no Brasil). Entre as outras atividades mais frequentes estão Lanchonetes e restaurantes (2,8%) e o comercio de peças e acessórios para veículos (2,5%).
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Onde funciona o negócio dos Pequenos Empresários?
A maioria dos Pequenos Empresários opera o seu negócio em um estabelecimento comercial (82%). Entre os microempresários 75% operam o negócio em um estabelecimento comercial, entre os MEI a residência ainda é o principal local de funcionamento do negócio (36%). Em relação a 2017 e 2022 nota-se um aumento na proporção de Pequenos Empresários que opera seu negócio em um estabelecimento comercial.
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Os Pequenos Empresários têm outras fontes de renda?
A maioria dos entrevistados relataram que a sua atividade como Pequeno Empresário é a sua única fonte de renda (71%). Entre os MEI e os ME a proporção daqueles que tem o empreendedorismo como única fonte de renda igual ou maior (76%) MEI e (71%) ME.
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Quais os motivos que levam os Pequenos Empresários a escolher o empreendedorismo?
Quando questionados quanto ao principal motivo que os levou a se tornarem Pequenos Empresários, as principais respostas foram ter conhecimento ou experiência na área em que empreenderam (52%) e vontade de abrir um negócio (26%). Importante observar que essa é uma situação diferente do que é observado entre os MEI, onde a vontade de ser independente (42%) e a necessidade de uma fonte de renda (20%) são os principais motivadores.
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Qual é a ocupação do empreendedor antes de se tornar Pequeno empresário?
Antes de se tornarem Pequenos Empresários a maioria (53%) era empregado com carteira assinada. Interessante notar que essa situação é semelhante a encontrada entre os MEI e os ME, onde a maioria também tinha um emprego com carteira assinada antes de se tornarem empreendedores.
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Quais são os principais motivos para a formalização segundo os Pequenos Empresários?
Quando questionados quanto ao principal motivo que os levou a se formalizarem, os Pequenos Empresários citaram ter uma empresa formal (42%), possibilidade de emitir nota fiscal (6%) e necessidade de obter ou aumentar renda (5%). Interessante notar que no caso do MEI os motivos mais citados são benefício do INSS (14%).
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Por quanto tempo os Pequenos Empresários estiveram na informalidade?
Para aqueles que informaram que antes de se tornarem pequenos empresários eram empreendedores informais, questionou-se por quanto tempo eles haviam permanecido na informalidade. 57% disseram que passaram até 3 anos na informalidade.
Impactos da formalização
Qual é o impacto da formalização nas condições de compra com os fornecedores?
A maioria dos Pequenos Empresários (90%) afirmou que ter um CNPJ proporcionou melhoria nas condições de compra junto a fornecedores. Essa situação é semelhante a observada entre o MEI e o ME.
Impactos da formalização
Qual é o impacto da formalização nas vendas para outras empresas?
A possibilidade de emitir nota fiscal facilita as vendas para outras empresas, já que pessoas jurídicas têm mais exigências no que diz respeito à compra de produtos e serviços do que pessoas físicas. Nota-se que 52% dos Pequenos Empresários afirmaram que é frequente a venda de produtos e serviços para outras empresas. Resultado semelhante encontrado entre os ME, onde 49% afirmam vender sempre.
Impactos da formalização
Qual é o impacto da formalização nas vendas para o governo?
Outro benefício de se formalizar (ter um CNPJ) é a possibilidade de vender para governos e prefeituras. Um dos mecanismos da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (LC 123/2006) é a preferência em licitações. Porém, os números indicam que esse benefício ainda pode ser ampliado: 68% afirmaram que nunca venderam produtos ou serviços para a prefeitura ou governo. Entre MEI e ME a proporção daqueles que vendem para governos é ainda menor.
Impactos da formalização
Qual é o impacto da formalização no acesso a crédito?
Em relação ao acesso ao crédito, nota-se que a uma boa parcela dos Pequenos Empresários (52%) não buscou empréstimo como pessoa jurídica após a sua formalização. Apesar desse cenário ser melhor do que o observado entre os MEI e ME, esses números parecem mostrar que ainda há espaço para avançar em relação a esse aspecto.


