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Página tema – CadÚnico

DataSebraeTemasCadÚnico

Cadastro Único

Conheça a relação entre o CadÚnico e o empreendedorismo no Brasil.Estudos que exploram o perfil dos empreendedores cadastrados no Cadastro Único, trazendo dados valiosos para políticas públicas e o fortalecimento dos pequenos negócios.
Role
Destaques
Perfis que dão rosto aos dados
A Matriz Cluster-Personas traduz resultados estatísticos em representações humanas dos microempreendedores inscritos no Cadastro Único.
Estudos
MEI e CadÚnico
Estudos sobre o perfil dos empreendedores cadastrados no CadÚnico e a relação entre empreendedorismo e vulnerabilidade social. Clique em cada item para acessar os materiais.
Características socioeconômicas do MEI no CadÚnico
01
MEISocioeconomia⚡ 2025
Características socioeconômicas do MEI no CadÚnico
Analisa o perfil socioeconômico dos MEI no CadÚnico, comparando com MEI fora do registro e demais indivíduos cadastrados — raça/cor, sexo, faixa etária e benefícios como Bolsa Família e BPC.
Novas evidências dos MEI no Cadastro Único
02
MEIBolsa Família⚡ 2025
Novas evidências dos Microempreendedores Individuais (MEI) no Cadastro Único
Análise dos MEI com CNPJ ativo, suspenso ou inapto inscritos no CadÚnico, com recortes para beneficiários do Bolsa Família, BPC e atendidos pelo Sebrae.
Empreendedorismo nas Famílias de Baixa Renda
03
MEIBaixa renda2024
Empreendedorismo nas Famílias de Baixa Renda: MEI no Cadastro Único
Análise dos MEI inscritos no CadÚnico que possibilita compreender a sobreposição entre iniciativa empreendedora e vulnerabilidade socioeconômica.
MEI Catador
04
InclusãoCatadores⚡ 2025
MEI Catador
Detalha dados dos MEI catadores por região, sexo, idade, presença no CadÚnico e acesso a benefícios sociais, com evolução de empresas abertas e ativas.
Dashboards interativos
Painéis de MEI no CadÚnico
Visão integrada dos MEI registrados no CadÚnico, com informações sociodemográficas, territoriais e atendimentos do Sebrae.

MEI registrado no Cadastro Único

Página tema – Sustentabilidade

DataSebraeTemasSustentabilidade

Sustentabilidade

Dados e estudos sobre como o empreendedor brasileiro responde às mudanças climáticas e incorpora práticas ESG.Os pequenos negócios têm um papel essencial na construção de um futuro mais sustentável. Encontre pesquisas, infográficos e relatórios sobre o tema.
8
pesquisas e estudos
ESG
Práticas nos pequenos negócios
COP30
Clima e negócios
Role
Páginas especiais
Ferramentas de Sustentabilidade
Acesse a plataforma ESG do Sebrae e a página dedicada ao biogás, com dados e recursos para apoiar práticas ambientais nos pequenos negócios.
Pesquisas e Estudos
Sustentabilidade nos Pequenos Negócios
Pesquisas qualitativas e quantitativas, infográficos e relatórios sobre ESG, clima e economia verde. Clique em cada item para acessar os materiais.
Panorama das Empresas Verdes
01
Empresas verdesPanorama⚡ 2025
Panorama das Empresas Verdes
Panorama sobre as empresas verdes brasileiras, com foco nos pequenos negócios ativos e no histórico recente de aberturas e fechamentos.
Manifesto SEBRAE COP30
02
COP30ClimaManifesto
Manifesto SEBRAE COP30
Chamado inadiável para a inclusão efetiva das micro e pequenas empresas e do Sul Global nos debates sobre políticas climáticas.
Por elas, pelo Clima: gênero, empreendedorismo e justiça climática
03
Qualitativa2025Justiça
Por elas, pelo Clima: gênero, empreendedorismo e justiça climática
Como o protagonismo de mulheres empreendedoras pode gerar soluções sustentáveis frente aos desafios climáticos e à transição justa.
Percepção sobre os impactos das crises climáticas nos pequenos negócios
04
2025ClimaAdaptação
Percepção sobre os impactos das crises climáticas nos pequenos negócios
Compreender os impactos das mudanças climáticas no cotidiano dos empreendedores e identificar estratégias de adaptação já em prática.
COP 30 e os Pequenos Negócios
05
2025ESGCOP30
COP 30 e os Pequenos Negócios
Pesquisa de opinião sobre conhecimento das práticas ESG, importância do tema e principais dificuldades para os pequenos negócios.
Sustentabilidade nos pequenos negócios
06
InfográficoPN
Sustentabilidade nos pequenos negócios
Resultados de pesquisas do Sebrae com pequenos negócios sobre mudanças climáticas e ações de sustentabilidade.
Tecelãs do Clima: empreendedorismo feminino para uma transição climática justa
07
FemininoBiomas2025
Tecelãs do Clima: empreendedorismo feminino para uma transição climática justa
Pesquisa participativa em cinco biomas com foco no letramento climático e em práticas empreendedoras lideradas por mulheres.
Pesquisa GEM — Relatório especial ESG
08
GEMODSESG
Pesquisa GEM — Relatório especial ESG
Encarte especial da Pesquisa GEM que analisa os ODS 8 e o ODS 12 da ONU.

Página tema – Avaliação de impacto

DataSebraeTemasAvaliação de Impacto

Avaliação deImpacto

Estudos e materiais sobre avaliação de impacto realizados pelo Sebrae Nacional.Entenda o conceito de avaliação de impacto e encontre resultados baseados em programas e atendimentos do Sebrae aos pequenos negócios do Brasil.
5
estudos de impacto
BNB
Parcerias avaliadas
MEI
Simples Nacional
Role
Página Especial
Projetos e Programas para um determinado público-alvo
Material introdutório sobre a lógica da avaliação de impacto para quem atua em programas e projetos voltados aos pequenos negócios.
Estudos
Avaliações de Impacto
Estudos que analisam os efeitos de programas, consultorias e crédito sobre os pequenos negócios. Clique em cada item para acessar relatórios e materiais.
Impacto da consultoria Sebrae e do crédito do Banco do Nordeste na sobrevivência dos Pequenos Negócios do Nordeste
01
BNB · NordesteSobrevivência⚡ 2025
Impacto da consultoria Sebrae e do crédito do Banco do Nordeste na sobrevivência dos Pequenos Negócios do Nordeste
Novas evidências sobre o efeito conjunto do crédito e das consultorias na sobrevivência das empresas — área ainda pouco explorada na literatura.
Sinergia da consultoria Sebrae e do crédito do Banco do Nordeste sobre Micro e Pequenas Empresas
02
BNB · NordesteMPEEmprego
Sinergia da consultoria Sebrae e do crédito do Banco do Nordeste sobre Micro e Pequenas Empresas
Análise para indicadores de emprego, massa salarial e salário médio nas micro e pequenas empresas.
Avaliações de impacto do MEI e do Simples Nacional
03
MEISimples Nacional
Avaliações de impacto do MEI e do Simples Nacional
Estudos econômicos sobre o impacto do MEI, da formalização e do Simples Nacional.
Impacto do atendimento do Sebrae na sobrevivência das empresas brasileiras
04
AtendimentoSobrevivência
Impacto do atendimento do Sebrae na sobrevivência das empresas brasileiras
Terceiro estudo com o objetivo de avaliar a atuação do atendimento do Sebrae sobre a sobrevivência empresarial.
Impacto de instrumentos de apoio do BNDES e do Sebrae a Micro e Pequenas Empresas
05
BNDESMPEEmprego
Impacto de instrumentos de apoio do BNDES e do Sebrae a Micro e Pequenas Empresas
Avalia o impacto de produtos de crédito do BNDES e consultoria do Sebrae sobre a geração de emprego nas MPEs.

Página tema – Comércio Exterior

DataSebraeTemasComércio Exterior

ComércioExterior

As informações que você precisa para promover negócios internacionais entre os pequenos negócios.Produzido pelo Núcleo de Pesquisa do Sebrae Nacional, com análises sobre exportação e importação de micro e pequenas empresas no Brasil.
39,7%
das empresas exportadoras são pequenos negócios
50,1%
das empresas importadoras são pequenos negócios
4
gráficos interativos
Role
Gráficos interativos
Pequenos Negócios no Comércio Exterior
Clique em cada gráfico para visualizar a evolução de empresas exportadoras e importadoras, por porte e valores movimentados.
Destaques
Pequenos Negócios na balança comercial
Principais achados sobre exportação, importação e participação dos pequenos negócios no comércio exterior brasileiro.

Pequenos negócios ampliam presença no comércio exterior

Nos últimos anos, os Pequenos Negócios vêm expandindo sua atuação no mercado internacional, consolidando participação relevante tanto nas exportações quanto nas importações.

  • Indústria de Transformação lidera a participação dos pequenos negócios, com perda gradual de espaço para outros setores.
  • Agricultura e Indústria Extrativa ganham participação com crescimento expressivo.
  • Quase a totalidade dos valores movimentados por pequenos negócios provém de MPE.

Valores movimentados

Participação dos pequenos negócios no volume total de comércio exterior brasileiro.

Exportado
0,8%
Importado
1,7%

Setores em destaque

Transformação concentra participação; Agricultura e Extrativa avançam nos últimos anos.

Destinos das exportações pequenos negócios

América do Sul25%
América do Norte20%

Metade dos valores exportados por pequenos negócios tem destino nas Américas.

Origens das importações pequenos negócios

Ásia (exc. Oriente Médio)73%
Europa12%

Mais de 80% dos valores importados por pequenos negócios vêm da Ásia e da Europa.

Distribuição regional
Concentração por estado

Pequenos negócios exportadores

Exportação
Mapa de distribuição dos pequenos negócios exportadores por estado
São Paulo41,3%
Rio Grande do Sul12,3%
Paraná9,3%
Santa Catarina9,1%

Pequenos negócios importadores

Importação
Mapa de distribuição dos pequenos negócios importadores por estado
São Paulo48,6%
Paraná9,8%
Rio Grande do Sul7,8%
Minas Gerais7,7%
Relatórios e Infográficos
Publicações de Comércio Exterior
Relatórios, infográficos e apresentações sobre a participação dos pequenos negócios no comércio exterior. Clique em cada edição para acessar os materiais.
Biblioteca

Edições anteriores

Acesse o acervo completo de relatórios e publicações de Comércio Exterior.

Abrir biblioteca
PDF

Acordo Mercosul — União Europeia

Documento especial sobre o acordo comercial e oportunidades para pequenos negócios.

Baixar PDF
Formação à distância
Cursos de Comércio Exterior
Capacitação online do Sebrae para pequenos negócios que desejam exportar ou importar
Importação: como comprar do mundoExportar: sua empresa também podeIniciando na importaçãoExportação: seu negócio cruzando fronteiras
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Tema – Crédito e Financiamento

DataSebraeTemasCrédito e Financiamento

Créditoe Financiamento

Como micro e pequenas empresas acessam crédito e financiamento no Brasil — em dados, pesquisas e painéis interativos.Conteúdo produzido com base em pesquisas do Sebrae Nacional e dados do Banco Central do Brasil.
11 edições
pesquisa de financiamento
Dados
BACEN
5
painéis dedicados
Role
Pesquisas
Análises de Crédito e Financiamento
Pesquisas e estudos especiais sobre acesso a crédito, produtos financeiros e financiamento dos pequenos negócios no Brasil. Clique em cada item para acessar relatórios e materiais.
Hábitos de uso de produtos financeiros
01
PesquisaProdutos financeiros⚡ 2025
Hábitos de uso de produtos financeiros
Conhece os hábitos dos empresários em relação ao uso de produtos financeiros como pessoa física.

Pesquisa que visa conhecer os hábitos dos empresários em relação ao uso de produtos financeiros como pessoa física.

Pesquisas com Empresas ESC (Empresa Simples de Crédito)
02
EmpresasESC
Pesquisas com Empresas ESC (Empresa Simples de Crédito)
Identificar o perfil das empresas ESC em atividade, a partir da base de dados da REDESIM.
Pesquisa Oportunidade de Negócio ESC (Empresa Simples de Crédito)
03
OportunidadeESC
Pesquisa Oportunidade de Negócio ESC (Empresa Simples de Crédito)
Identificar o interesse dos empresários sobre as empresas ESC (como demandante/ofertante).
Dashboards interativos
Painéis de Crédito e Financiamento
Painéis com dados do Banco Central e do SCR sobre crédito, modalidades, concessões e acesso ao financiamento

Crédito para empresas no Brasil

Crédito para Empresas no Brasil – Por Sexo

Quantidade de operações e concessões de crédito

Modalidades por categoria

Fampômetro

Tema – Mercado de Trabalho

DataSebraeTemasMercado de Trabalho

Mercadode Trabalho

Como o emprego, a remuneração e a movimentação do mercado de trabalho se comportam no Brasil — em dados, estudos e painéis interativos.Produzido pelo Núcleo de Pesquisa do Sebrae Nacional, com relatórios do CAGED e análises da RAIS.
Mensal
Análise do CAGED
RAIS
Massa de remuneração
3
painéis dedicados
Role
Páginas Especiais
Mercado de Trabalho
Portal dedicado com infográficos, gráficos interativos e relatórios sobre emprego e renda nas micro e pequenas empresas
Estudos
Análises de Mercado de Trabalho
Dados e análises sobre emprego, remuneração e movimentação do mercado de trabalho formal no Brasil. Clique em cada estudo para acessar relatórios e infográficos.
Análise do CAGED
01
CAGEDMensal⚡ 2026
Saldo de Empregos (CAGED)
Participação dos Pequenos Negócios na geração de emprego, com dados por setores econômicos e por Estados.

Periódico mensal sobre a participação dos Pequenos Negócios na geração de emprego, com dados por setores econômicos e por Estados. O CAGED é mantido pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

⚡ 2026
⚡ 2025
⚡ 2024
⚡ 2023
Responsável: Shayane Cordeiro
Massa de Remuneração RAIS
02
RAISRemuneração
Massa de Remuneração dos Empregos Formais (RAIS 2015–2020)
Atualização da massa salarial de trabalhadores formais das MPE para 2019 e 2020, com base na RAIS.
Grupos vulneráveis no mercado de trabalho
03
Estudo EspecialInclusão
Participação dos grupos vulneráveis no mercado de trabalho formal
Primeiro emprego, formação de rendimentos, discriminação no mercado formal e fenômeno do teto de vidro — com foco em mulheres, não brancos e jovens.
Papel dos Pequenos Negócios no Mercado de Trabalho
04
Estudo EspecialMPE
Papel dos Pequenos Negócios no Mercado de Trabalho
Contribuição das micro e pequenas empresas para empregos formais, admissões e remuneração no Brasil.

Estudo especial que examina o papel das micro e pequenas empresas na geração e manutenção de empregos formais no Brasil. Com base em dados do mercado de trabalho, o trabalho mostra a participação dos pequenos negócios na criação de vagas, na dinâmica de admissões e desligamentos e na distribuição da remuneração — evidências para políticas públicas e para a atuação do Sebrae.

Dashboards interativos
Painéis de Mercado de Trabalho
Painéis com dados atualizados do CAGED e da RAIS sobre saldo de vagas, total de empregados e panorama por UF

Saldo de empregos (Caged)

Total de empregados (RAIS)

Panorama do emprego por UF (RAIS)

Tema – MEI

MEI no Brasil

Conheça o perfil, a evolução e os principais estudos sobre o Microempreendedor Individual.Infográficos, notas técnicas, relatórios e painéis para apoiar decisões de políticas públicas e atuação do Sebrae.
+15M
MEI ativos no Brasil
27%
dos pequenos negócios
+10
estudos especiais
3
painéis dedicados
Role
Páginas Especiais
MEI
Portais dedicados com infográficos interativos, gráficos e relatórios sobre o Microempreendedor Individual
Estudos
Análises de MEI
Coletânea de estudos e pesquisas especiais sobre o universo dos Microempreendedores Individuais.
MEI no CadÚnico
01
CadÚnicoBaixa Renda⚡ 2025
Microempreendedores Individuais no Cadastro Único
Analisa MEI com CNPJ ativo/suspenso/inapto inscritos no CadÚnico, com foco na sobreposição entre empreendedorismo e vulnerabilidade socioeconômica.
MEI Catador
02
Inclusão ProdutivaBenefícios⚡ 2025
MEI Catador
Detalha os dados de MEI catadores por região, sexo, idade, presença no CadÚnico e acesso a benefícios sociais.
MEI Motorista
03
MobilidadePerfil
MEI Motorista Independente
Apresenta dados e principais características do MEI motorista de aplicativo.
MEI Caminhoneiro
04
LogísticaPerfil
MEI Caminhoneiro
Apresenta dados e características dos microempreendedores individuais caminhoneiros.
MEI Estrangeiro
05
NacionalidadeCNPJ Ativo
MEI Estrangeiro
Traz informações sobre MEI constituído por pessoas físicas estrangeiras com CNPJ ativo.
Análise do MEI por sexo
06
GêneroCNPJ Ativo
Análise do MEI por sexo
Apresenta o perfil dos microempreendedores individuais com CNPJ ativo por sexo.
Dashboards interativos
Painéis de MEI
Acesse painéis com dados atualizados sobre o Microempreendedor Individual no Brasil

Painel MEI ativos

Painel MEI no CadÚnico

Tema – Empresas

DataSebraeTemasEmpresas

Empresas no Brasil

Acesse dados sobre o universo de empresas, além de uma vasta coletânea de estudos e pesquisas.Principais características e o comportamento dos pequenos negócios no Brasil.
23M
empresas ativas no país
99%
são micro e pequenas
27%
do PIB nacional
+15
estudos publicados
Role
Estudos
Análises de Empresas
Estudos e pesquisas sobre abertura, fechamento, sobrevivência e comportamento das micro e pequenas empresas no Brasil. Clique em cada estudo para acessar os documentos.
Fechamento de pequenos negócios
01
FechamentoCNAE⚡ 2025
Fechamento de Pequenos Negócios no Brasil
Explora o movimento de fechamento de empresas no Brasil, com ênfase na distribuição por setores econômicos e atividade principal (CNAE).
Simples Nacional
03
Simples NacionalTributação
Avaliação do Simples Nacional
Avalia os impactos do Simples Nacional com base em entrevistas com empresas de micro e pequeno porte em todas as regiões do País.

Para avaliar os impactos do Simples Nacional, foram entrevistadas 6.023 empresas de micro (ME) e pequeno (EPP) porte, em todas as regiões do País.

A amostra contempla optantes e não optantes pelo regime tributário, com representantes dos setores da indústria e construção, comércio e serviços. Eles foram questionados por telefone, partindo do Cadastro Sebrae de Empresas (CSE), no período de setembro a novembro de 2014.

Responsável: Marco Aurélio Bedê
Ciclo anual de receitas para MPE
05
ReceitaPGDAS-DRegional
Ciclo Anual de Receitas para MPE: Perspectiva Regional 2015–2018
Analisa a evolução da Receita Bruta das principais atividades econômicas das empresas no Simples Nacional, com dados do PGDAS-D.
Comparação das empresas Sebraetec
06
InovaçãoPINTEC
Comparação das Empresas do SEBRAETEC a partir da PINTEC 2017
Verifica se as empresas atendidas pelo Sebraetec apresentam resultados melhores em inovação do que as demais empresas.
Clusterização e personas das MPE
07
PersonasClusterização⚡ 2024
Clusterização e elaboração de personas das MPE no Brasil
Modelagem estatística para clusterização do perfil das micro e pequenas empresas, apoiando atendimento e comunicação do Sebrae.
Dashboards interativos
Painéis de Empresas
Acesse painéis com dados atualizados sobre empresas ativas, abertura e fechamento no Brasil

Painel de Empresas Ativas

Painel de Abertura de Empresas

Painel de Fechamento de Empresas

Tema – Empreendedorismo

DataSebraeTemasEmpreendedorismo

Empreendedorismo
no Brasil

Dados, estudos e análises sobre o universo do empreendedor brasileiro.Perfis, tendências e comportamentos que movem os pequenos negócios do país.
21M
empreendedores no Brasil
34%
são mulheres
52%
são negros
+20
estudos publicados
Role
Estudos
Análises de Empreendedorismo
Estudos baseados em dados da PNADc/IBGE que mapeiam o perfil e a evolução dos empreendedores brasileiros. Clique em cada estudo para acessar os documentos.
Donos de negócio e força de trabalho
01
PNADcEmpregoRegional⚡ 2025
Donos de Negócio e Força de Trabalho
Compreende a participação dos “donos de negócio” nas taxas de ocupação e desocupação, com base em dados trimestrais entre 2019 e 2024. Apresenta recortes para o Brasil, as grandes regiões e todas as UFs.
Rendimento médio do empreendedor
02
OKR EstratégicoRendaPlanejamento 2035⚡ 2025
Rendimento Médio do Empreendedor
Acompanha a evolução do OKR estratégico “Rendimento Médio Mensal Real do Empreendedor”, um dos 17 objetivos do planejamento estratégico do Sebrae até 2035.
Empreendedorismo por faixa de renda
04
Baixa RendaPNAD/IBGEPerfil⚡ 2025
Empreendedorismo por Faixa de Renda
Identifica o perfil dos donos de negócio por faixa de renda, com foco no segmento de baixa renda (rendimento mensal de até 2 salários mínimos), a partir dos microdados da PNAD do IBGE.
Empreendedorismo informal no Brasil
07
FormalizaçãoCNPJInformalidade⚡ 2025
Empreendedorismo Informal no Brasil
Mapeia o perfil dos empreendedores “informais” (sem CNPJ), comparando-o com o perfil dos “formais” (com CNPJ), identificando características e dinâmicas de ambos os tipos.
Dashboards interativos
Painéis de Empreendedorismo
Acesse painéis com dados atualizados sobre empreendedorismo no Brasil

Empreendedores com dados da Pnad Contínua

Painel Empreendedorismo Feminino

Painel Empreendedorismo Negro

Painel Empreendedorismo por Faixa Etária

Painel Empreendedorismo Formal/Informal

IG – Blumenau

 

IG – Blumenau

A produção de linguiça em Blumenau é entendida como um fato histórico, intrinsicamente ligado aos costumes locais, decorrentes do processo de imigração alemã e com base na delimitação histórica da região.

Este assunto é de responsabilidade da Unidade de Inovação.


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Linguiça
Venda da linguiça
Produção
Produção
Produtores em festival
Representação Gráfica

Sobre a Indicação Geográfica


O nome geográfico Blumenau passou a identificar o produto cuja origem e características estavam diretamente relacionadas ao processo de colonização na região, fruto da adaptação de um saber trazido pelos imigrantes, às condições da região, “tornando-se autêntico, emblemático e típico da região (…) atualmente definida como Alto, Médio e Vale do Itajaí”, mas à época, como Blumenau.

A produção desta linguiça fresca e defumada abrange o território original do município de Blumenau em 1894, que foi desmembramento em diversas municipalidades ao longo do tempo.

Originalmente visava o autoconsumo, preservando a carne suína produzida pelos colonos. A linguiça, então, se estabelece como um produto típico da região e gradativamente passou a ser comercializada, alcançando, inclusive, outros estados.


A delimitação da indicação de procedência Blumenau pretendida não se refere simplesmente a municipalidade atual de Blumenau, mas sim à extensão original do município no final do século XIX.

A extensão da área delimitada decorre do processo de colonização europeia na região a partir do século XIX e início do século XX, sendo o antigo território do município de Blumenau o centro deste processo de ocupação do espaço, especialmente em razão dos imigrantes de origem alemã.

Hoje em dia, portanto, restou clara a coerência histórica, econômica e geográfica para que a indicação geográfica compreenda os 16 municípios catarinenses.


A linguiça oriunda de Blumenau faz parte de uma tradição regional e que mantém uma uniformidade em sua produção na área delimitada, com base no saber fazer tradicional dos produtores, mas que se modernizou ao longo dos anos, observando as normas sanitárias vigentes.

A linguiça de Blumenau é o produto cárneo industrializado, obtido exclusivamente de carne suína resfriada ou congelada de suíno sem osso (paleta, pernil, lombo e sobre paleta), adicionado de toucinho suíno resfriado ou congelado sem pele, que passa pelo processo de moagem, adição de ingredientes, e de aditivos, desde que permitidos para o produto “linguiça”.

Classificada como produto curado, submetido à defumação exclusivamente natural, com sabor de alho, cuja forma consagrada é de ferradura.



É mais de um século de tradição e reconhecimento do modo tradicional de produção de linguiça fresca e lentamente “defumada”. No transcorrer desse tempo, a denominação “Blumenau” se consolidou como a marca de qualidade e origem geográfica da produção.

Essa notoriedade na região resultou na concentração de mais de 40 indústrias e empresas, produtores voltados a essa cadeia produtiva, de frigoríficos de carne suína, processamento de embutidos e defumados, gastronomia e festividades em que a Linguiça Blumenau é a protagonista.

O produto é genuinamente típico dos costumes alimentares da região, a ponto das indústrias estimarem que mais de 80% do que se produz é consumido na própria região.

A linguiça também é fruto das “representações étnicas, típicas, tradicionais e culturais, ligadas ao consumo e ou a produção da linguiça Blumenau na região, portanto, marcados geograficamente pelas ‘festas étnicas da cultura alemã’, onde a gastronomia típica se manifesta com pratos e receitas com a linguiça Blumenau, ou seja por ativos turístico culturais como a ‘Rota da Linguiça’, realizada na região”.


ALBLU – Associação das Indústrias Produtoras de Linguiça Blumenau
Endereço: Rua Antônio Gesser, 201 – Conj A, Belchior Central | Cidade: Gaspar/SC | CEP: 89117-635
Telefone: +55 47 9911-3918 | E-mail: erpo@terra.com.br


Dados Técnicos

Número: BR402022000017-0
Indicação Geográfica: Blumenau
UF: Santa Catarina
Requerente:  ALBLU – Associação das Indústrias Produtoras de Linguiça Blumenau
Produto: Linguiça (de carne suína pura e defumada)
Data do Registro: 06/02/2024
Delimitação:  Área geográfica continuada que compreende duas regiões (políticas na definição atual), com 1.680 km2 no Vale do Itajaí e 554 km2 no Alto Vale do Itajaí, que juntas abrangem 2.234 km2 e representam 2,2% do território do estado de Santa Catarina. Abrange totalmente a área geográfica-política de 16 municípios que a compõe, conforme definidos pelo IBGE 2017, sendo no Vale do Itajaí (SC): Gaspar, Blumenau, Pomerode, Timbó, Indaial, Rio dos Cedros, Doutor Pedrinho, Benedito Novo, Rodeio; e Alto Vale do Itajaí (SC): Presidente Getúlio, Ibirama, Rio do Sul, Lontras, Aurora, Agronômica, Laurentino.

Quer conhecer o Caderno de Especificações Técnicas? Baixe aqui

IG – Mandirituba

 

IG – Mandirituba

Em 2022, Mandirituba constava como a maior produtora de camomila da América Latina.

Este assunto é de responsabilidade da Unidade de Inovação.


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Camomila
Flores de camomila
Campo de camomila
Camomila
Chá de camomila desidratada
Representação Gráfica

Sobre a Indicação Geográfica


A produção de camomila no município de Mandirituba já mostrava relevância em 1998, quando havia cerca de 50 produtores que eram responsáveis por tornar o município o maior produtor de camomila do país. Ao longo dos anos houve uma evolução significativa no que se refere às técnicas de produção utilizadas: etapas que antes eram realizadas de forma manual hoje são realizadas de forma totalmente mecanizada, desde a semeadura até a secagem. Não obstante as mudanças trazidas pela introdução das novas tecnologias, a tradição e o saber fazer dos agricultores têm sido perpetuados pelas novas gerações.


As condições de solo e clima, associadas aos conhecimentos específicos dos produtores sobre a cultura agrícola, alimentícia e medicinal da camomila, fizeram com que as áreas de cultivo aumentassem consideravelmente, mantendo o destaque da produção na região.


Camomila Matricaria recutita L. (Matricaria chamomilla, Chamomilla chamomilla, Chamomilla recutita), erva medicinal pertencente à família Asteraceae, popularmente conhecida como camomila alemã ou camomila.

Quanto à qualidade do produto, considera-se que uma camomila com bom teor de óleo essencial precisa superar a concentração de 0,4%: a camomila de Mandirituba possui em torno de 0,7%.


O cultivo da planta também impulsiona o turismo e a economia no município, especialmente no período de agosto e setembro, em que os visitantes de todas as partes do país podem tirar fotos da florada e caminhar ao redor dos campos de camomila. Essas atividades turísticas também contribuem para aumentar ainda mais a notoriedade do município no que diz respeito à produção de camomila, que utiliza mão-de-obra familiar em todas as fases do cultivo.

Essa notoriedade local e regional, inclusive, inspirou uma composição musical que tem a flor da camomila de Mandirituba em seu refrão e rendeu à Mandirituba o título de Capital Paranaense da Camomila, reconhecido por meio da Lei Estadual 21.126/2022.

Em 2022, Mandirituba constava como a maior produtora de camomila da América Latina, tendo, em 2021, colhido mais de 400 toneladas em 40 propriedades que cultivam a planta no município, sendo, no mesmo ano, considerada a Capital Paranaense da Camomila.


Associação dos Produtores de Camomila de Mandirituba – CAMANDI
Endereço: Estrada Principal do Chimboveiro, s/n | Cidade: Mandirituba/PR | CEP: 83800-000
E-mail: joseney2012@hotmail.com


Dados Técnicos

Número: BR402022000016-2
Indicação Geográfica: Mandirituba
UF: Paraná
Requerente:  ASSOCIACAO DOS PRODUTORES DE CAMOMILA DE MANDIRITUBA – CAMANDI
Produto: Camomila desidratada
Data do Registro: 23/01/2024
Delimitação:  Município de Mandirituba, do estado do Paraná.

Quer conhecer o Caderno de Especificações Técnicas? Baixe aqui

IG – Morretes

 

IG – Morretes

Ao longo dos anos, o produto sofreu transformações e adaptações sem perder seu significado cultural, consolidando essa região como um conhecido e tradicional centro de produção de aguardente de cana a partir de uma variedade única e centenária de cana chamada Baianinha.

Este assunto é de responsabilidade da Unidade de Inovação.


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Produtos
Cachaça
Cachaça
Produção
Cachaças
Representação Gráfica

Sobre a Indicação Geográfica


Os registros de produção de cachaça em Morretes datam do século XVI. Mais tarde, no período do Brasil Império, Dom Pedro II permitiu a instalação de um engenho na região. Com a imigração italiana no século XIX, mais de 50 produtores passaram a tirar a essência da cana-de-açúcar, fazendo com que Morretes ganhasse notoriedade além de seus limites, sendo a cachaça ali produzida exportada a outras regiões desde essa época.

Por sua riqueza natural, a região da serra do mar contida em Morretes foi tombada pelo Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural do Paraná, em 1986. Já em 1991 foi a vez UNESCO reconhecer a parte da região como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, em função de seu patrimônio ecológico. Por isso, somente 30% da área total do município de Morretes podem ser ocupados e ter uso residencial ou empresarial.


É definido pelo território geopolítico do município de Morretes/PR, considerando as áreas permitidas pela legislação vigente, para áreas de cultivo da cana-de-açúcar e para as áreas de fabricação dos produtos da Cachaça e Aguardentes.

A cidade de Morretes está situada no litoral paranaense, a 70,40km (SETR, 2012) da capital do estado. Com área total de 687,541 hm² (ITCG, 2012) Morretes fica a cerca de 35 km do mar.

Todas as suas divisas são formadas por acidentes geográficos, ao norte e oeste pelos espigões das Serras dos órgãos, da Graciosa, do Marumbi e da Farinha Seca, no sudeste pelas serras da Igreja, das Canavieiras e da Prata. No sudeste, é o Rio Arraial, numa altitude de cerca de oitocentos metros, que forma o limite do município. Com Antonina e Paranaguá, são as lagoas.

Possui também uma das maiores elevações do Paraná, o Pico do Marumbi, que tem aproximadamente 1530 metros de altura.


A aguardente de cana e a cachaça produzidos em Morretes:

Aguardente de Cana: é a bebida com graduação alcoólica de 38% a 54% em volume, a 20ºC, obtida do destilado alcoólico simples da cana-de-açúcar ou pela destilação do mosto fermentado do caldo de cana-de-açúcar, podendo ser adicionada de açúcares de 6g/l, expressos em sacarose.

Cachaça: é a denominação típica e exclusiva da aguardente de cana produzida no Brasil, com graduação alcoólica de 38% a 48% em volume a 20ºC, obtida pela destilação do mostro fermentado do caldo da cana-de-açúcar com características sensoriais peculiares, podendo ser adicionada de açúcares até 6g/l, expressos em sacarose.


Ao longo dos anos, o produto sofreu transformações e adaptações sem perder seu significado cultural, consolidando essa região como um conhecido e tradicional centro de produção de aguardente de cana a partir de uma variedade única e centenária de cana chamada Baianinha. Essa notoriedade foi demonstrada a partir de livros, estudos acadêmicos e outras fontes como reportagens publicadas em sítios eletrônicos.

O município de Morretes vem participando e ganhando diferentes premiações nesse sentido. Entre tais prêmios, destaca-se o de melhor cachaça do Brasil na 2ª edição da Cúpula da Cachaça em 2016, o mais importante do ramo no país. Além disso, em âmbito internacional, três rótulos já foram premiados com medalhas no Concurso Mundial de Bruxelas.

Atualmente, esse município de 15 mil habitantes contribui com 30% da produção paranaense de aguardente de cana e cachaça. Além da fabricação, os produtores estabelecidos em Morretes abrem suas usinas e alambiques a visitas turísticas e à degustação, o que ajuda a impulsionar a economia local.


ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES DE CACHAÇA DE MORRETES – APOCAM
Endereço: Estrada do Anhaia, km 2,4 | Cidade: Morretes/PR | Cep: 83350-000
E-mail: fabricio@welge.com.br


Dados Técnicos

Número: BR402020000005-1
Indicação Geográfica: Morretes
UF: Paraná
Requerente:  ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES DE CACHAÇA DE MORRETES – APOCAM
Produto: Aguardente de cana e cachaça
Data do Registro: 05/12/2023
Delimitação:  Município de Morretes no estado do Paraná

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IG – Rondônia

 

IG – Rondônia

A história da cacauicultura de Rondônia e o saber fazer arraigado dos produtores são responsáveis por atribuir as características únicas à atividade.

Este assunto é de responsabilidade da Unidade de Inovação.


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Cacau
Cacaueiro
Cacau
Nibs de Cacau
Cacaueiro
Representação Gráfica

Sobre a Indicação Geográfica


A história da cacauicultura de Rondônia e o saber fazer arraigado dos produtores são responsáveis por atribuir as características únicas à atividade.

O registro histórico sobre a existência do cacau em Rondônia data de meados de 1790, mas o plantio comercial só ocorre a partir de 1970, pois é nesse momento que há uma junção de esforços para aumentar a produção de cacau no Brasil, fixar o homem no campo e implantar um cultivo conservacionista, com características semelhantes às da floresta. Com o objetivo de fomentar a atividade entre os agricultores beneficiados pelos programas do INCRA, inicialmente em 1971, foram plantados cacaueiros na região de Ouro Preto do Oeste, expandindo posteriormente a ação para os municípios de Ariquemes, Jaru, Cacoal e Ji-Paraná.

O resultado de todo esse fomento à atividade foi uma elevação da produção que passou de 2.422 toneladas em 1980 para 40.460 toneladas em 1985, de acordo com o IBGE. Em 2003, Rondônia ocupava a primeira posição na produção primária do cacau em amêndoas na Amazônia Ocidental, com a marca de 39.660 hectares plantados, produção anual de 17.855 toneladas.


O cacau de Rondônia é produzido no bioma amazônico, pela combinação de fatores naturais de altitude, relevo, solos, clima equatorial predominante de chuvas abundantes, temperatura média anual de 26°C e insolação de no mínimo cinco horas de luminosidade diárias, durante o ano todo.

O cacaueiro adapta-se muito bem aos solos da Amazônia, cujas deficiências nutricionais e níveis elevados de acides são facilmente corrigidos por métodos rotineiros de calagem e adubação. São plantas nativas da região amazônica, de origem seminal, clonal ou na combinação de ambas, produzidos predominantemente por agricultores familiares, em manejo agroflorestal e conservacionista. Por ser nativo, agrega atributos de preservação do meio ambiente, sendo compatível com todos os modelos de sistemas agroflorestais, utilizados na restauração de áreas de preservação permanentes, reservas Legais, com a função de preservar recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade do relevo, a biodiversidade, o fluxo gênico da fauna, flora e proteção do solo, com distribuição de renda, riqueza, e fixação do homem no campo.


A qualidade físico-química do cacau cultivado na região é considerada superior quando comparada, por exemplo, à África Ocidental, que é utilizada como padrão mundial de qualidade. O cacau de Rondônia possui sabor inconfundível e uma gordura de qualidade diferenciada para a produção de alimentos achocolatados de consistências e sabores diversos. Seu teor de manteiga gira em torno de 56 a 58%, tendo ácidos graxos livres com menos de 1% e teor de testa entre 11 a 12%.

As lavouras de cacau quando bem manejadas e conduzidas, proporcionam condições de produção de amêndoas de cacau de bons padrões de qualidade e com reconhecimentos físicos e sensoriais que vão além das qualidades intrínsecas de teor de manteiga e ponto de fusão em temperaturas mais altas, de consistências mais dura e satisfatória para o processamento de chocolates, atributos que proporcionaram reconhecimento e notoriedade.

A linha de corte na escala de qualidade definiu as seguintes condições de padrão mínimo de qualidade da IG: a) Os lotes de cacau deverão ter no mínimo 65% de amêndoas fermentadas, aroma natural livre de impurezas, materiais estranhos e cheiro de fumaça; b) O cacau deverá ser classificado como tipo I pela ISO 2451, com umidade das amêndoas entre 7% a 7,5%, menos de 3% de mofo interno, ardósia e danificadas por insetos, com menos de 0,75% de impurezas.


Os fatores peculiares relacionados ao solo, microclima, modo de produção e atributos organolépticos fazem do cacau em amêndoas de Rondônia um produto único, o que contribui para sua notoriedade e consumo entre os apreciadores de cacau.

A produção de cacau em SAFs – Sistemas Agroflorestais é um forte tributo da atividade na região, que além de produtiva e rentável, a técnica demonstra total sinergia com a agricultura familiar e com o bioma amazônico contribuindo para uma atividade eficiente e sustentável.

Um apelo mercadológico importante relacionado ao cacau de Rondônia é de caráter ecológico: a cacauicultura demanda a preservação da floresta nativa para que se mantenha o sombreamento necessário ao cultivo do produto. Ainda, o cacau de Rondônia faz-se extremamente importante para a preservação dos solos e do microclima amazônico.


CACAURON – ASSOCIAÇÃO DOS CACAUICULTORES E CHOCOLATEIROS DE RONDÔNIA
Endereço: Rua Goiânia, 809, Sala A, Bairro Nova Brasília |Cidade: Ji-Parana/RO | Cep: 76.908-462
E-mail: estevammf1@gmail.com


Dados Técnicos

Número: BR402022000004-9
Indicação Geográfica: Rondônia
UF: Rondônia
Requerente:  CACAURON – ASSOCIAÇÃO DOS CACAUICULTORES E CHOCOLATEIROS DE RONDÔNIA
Produto: Cacau em amêndoas – Theobroma cacao
Data do Registro: 14/11/2023
Delimitação:  O contorno da limitação espacial desta IG é representada pela totalidade do estado de Rondônia, com seus 52 municípios, a seguir: Alta Floresta D’Oeste, Ariquemes, Cabixi, Cacoal, Cerejeiras, Colorado do Oeste, Corumbiara, Costa Marques, Espigão D’Oeste, Guajará-Mirim, Jaru, Ji-Paraná, Machadinho D’Oeste, Nova Brasilândia D’Oeste, Ouro Preto do Oeste, Pimenta Bueno, Porto Velho, Presidente Médici, Rio Crespo, Rolim de Moura, Santa Luzia D’Oeste, Vilhena, São Miguel do Guaporé, Nova Mamoré, Alvorada D’Oeste, Alto Alegre dos Parecis, Alto Paraíso, Buritis, Novo Horizonte do Oeste, Cacaulândia, Campo Novo de Rondônia, Candeias do Jamari, Castanheiras, Chupinguaia, Cujubim, Governador Jorge Teixeira, Itapuã do Oeste, Ministro Andreazza, Mirante da Serra, Monte Negro, Nova União, Parecis, Pimenteiras do Oeste, Primavera de Rondônia, São Felipe D’Oeste, São Francisco do Guaporé, Seringueiras, Teixeirópolis, Theobroma, Urupá, Vale do Anari e Vale do Paraíso.

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IG – Feijó

 

IG – Feijó

O açaí cultivado e extraído do município de Feijó, no Estado do Acre, é um fruto muito utilizado na produção de alimentos e bebidas, sendo atualmente o principal atrativo do município acreano.

Este assunto é de responsabilidade da Unidade de Inovação.08 de maio de 2024


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Frutos Açaí
Cultivo de Açaí
Processamento do Açaí
Açaí pronto
Palmeira de Açaí
Representação Gráfica

Sobre a Indicação Geográfica


A expressão “açaí de Feijó”, muito usada pelos acreanos, funciona como uma espécie de garantia de qualidade e sabor. Em Feijó, o açaí transpassa as fronteiras da ingestão como alimento e percorre todo o caminho de conectar as pessoas com uma identidade forte e geograficamente muito bem delimitada.

É possível encontrar a cor roxa do fruto na pintura de muitas casas, fachadas de instituições de ensino, espaços recreativos e até na pintura dos veículos de táxi local. Feijó é sede de grandes festas, como o Festival do Açaí de Feijó que, iniciado em 1999, já teve mais de 24 edições acontecendo sempre em agosto. Os eventos costumam ser coloridos pelas cores características da produção. Foi demonstrado ainda que a expressão “Feijó, terra do açaí” está presente em diversas imagens e até nas placas de boas-vindas à cidade.


A produção local acontece durante o ano todo, em regiões distintas do município de área de 24.202 km², o segundo maior do estado do Acre.


O açaí de Feijó, Euterpe precatória, é um produto nativo das várzeas da região amazônica cujos açaizais possuem a genética intrínseca da região. São cultivados de acordo com as técnicas tradicionais dessa mesma região, em conjunto com as boas práticas agrícolas e ações mitigadoras de impactos ambientais, visando a sustentabilidade, sem agredir o meio ambiente. O açaí somente poderá ser colhido maduro, e embora outras formas mais atuais de extração também sejam praticadas, tradicional e historicamente, o coletor usa o próprio corpo para escalar o açaizeiro e retirar os cachos do fruto. Para isso ele utiliza a peçonha, um utensílio rudimentar amazônico similar a um cinto, utilizado na escalada de árvores, comumente fabricado a partir de fibras naturais. Os frutos devem ser beneficiados no máximo 24 horas após a coleta. Desta forma o produto, transformado em polpa, possui um sabor típico ímpar, doce por natureza, de espessura mais grossa e coloração arroxeada bastante concentrada.


O açaí cultivado e extraído do município de Feijó, no Estado do Acre, é um fruto muito utilizado na produção de alimentos e bebidas, sendo atualmente o principal atrativo do município acreano.
Os açaizeiros de Feijó – AC são nativos, o chamado açaí solteiro, distribuídos por todo o território de forma impressionante e exuberante, levando aos habitantes a sensação de pertencimento, haja vista que a coloração roxa do fruto é bastante presente nas casas e estabelecimentos comerciais.
Todos os anos, turistas são atraídos para o já tradicional “Festa do Açaí”, evento que reforça o prestígio desse produto no município de Feijó. O evento aquece a economia, valoriza os produtos e amplifica a notoriedade do açaí naquele território, contando com 22 edições, sendo 21 presenciais e 1 virtual em virtude da pandemia da COVID-19.


Cooperativa de Produtores, Coletores e Batedores de Açaí de Feijó – AÇAÍCOOP FEIJÓ
Endereço: ERua 07 de Setembro, 282 CIDADE NOVA| Cidade: Feijó – AC| CEP: 69960-000
Telefone:(68) 99201-3145| E-mail: cooperacaifeijo@gmail.com


Dados Técnicos

Número: BR402022000006-5
Indicação Geográfica: Feijó
UF: Acre
Requerente:  Cooperativa de Produtores, Coletores e Batedores de Açaí de Feijó – AÇAÍCOOP FEIJÓ
Produto: Açaí
Data do Registro: 12/09/2023
Delimitação:  Município de Feijó, no Estado do Acre.

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