Receita do Setor de Serviços

A Pesquisa Mensal de Serviços permite acompanhar a conjuntura do Setor de Serviços e é realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Seus dois principais indicadores são a receita nominal de serviços e o volume de serviços (receita real, considerando a inflação).

O público alvo da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) [1] são empresas de serviços não financeiros, exceto de saúde ou educação, com 20 ou mais pessoas ocupadas. Ela possui abrangência nacional e há indicadores para todas as Unidades Federativas. Os resultados são divididos conforme grupos de atividade [2] em consonância com a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) 2.0.

Assunto disponibilizado pela Unidade de Atendimento Setorial – Comércio e Serviços


Índice

Receita no Setor de Serviços
Contexto Regional
Atividades turísticas
Comparação Anual
Comparativo com outros setores
Referências


 

Receita no Setor de Serviços

De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), o volume do Setor de Serviços apresentou avanço de 1,0% entre março e abril. Ela foi divulgada no dia 14/06 pelo IBGE. Consequentemente, o nível de receita real do setor ficou em 89,2 ao tomar 2014 como ano base (100). Caso a comparação seja feita entre abril de 2018 e abril de 2017, ocorreu uma alta de 2,2%. A taxa acumulada em 12 meses passa de -2,1% em março para -1,4% em abril de 2018.

Contexto Regional

No contexto regional, 11 unidades da federação apresentaram crescimento na comparação com o mês imediatamente anterior. As três UFs com maiores variações positivas foram: Tocantins (6,1%), Tocantins (6,1%) e Rio Grande do Sul (5,7%). Por outro lado, as maiores quedas foram observadas em: Acre (-8,1%), Bahia (-5,5%) e Paraíba (-5,1%).

Atividades turísticas

As atividades turísticas tiveram avanço de 3,3% em comparação com o mês imediatamente anterior.      Das 12 Unidades Federativas acompanhadas, 7 tiveram movimento de alta. Os estados com maiores altas foram: São Paulo (5,3%), Distrito Federal (4,7%) e Rio Grande do Sul (3,7%). Já as UFs com maiores quedas foram: Pernambuco (-2,9%), Rio de Janeiro (-2%) e Rio de Janeiro (-2%).

Comparação Anual

Na comparação entre abril de 2018 e abril de 2017, apenas o segmento Serviços de informação e comunicação teve recuo (-1,6 p.p). Os demais segmentos tiveram alta, com destaque para Outros Serviços e Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio com contribuições positivas de 11,4 p.p e 4,4 p.p, respectivamente. Assim, o volume de serviços avançou 2,2%.

Comparativo com outros setores

A título de referência, o desempenho do setor da Indústria foi de 0,8% entre março e abril e de 8,9% na comparação anual. A taxa acumulada em 12 meses está em 3,9% para o setor.

 

Referências

[1] Para acessar a página da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), clique aqui.

[2] Para baixar o pdf com a descrição dos grupos de atividades da PMS, clique aqui.

[3] Para acessar a página da Pesquisa Mensal de Comércio (PMS), clique aqui.

[4] Para acessar a página da Pesquisa Industrial Mensal Produção Física – Brasil (PIM-PF), clique aqui.

[*] Incluem: Hotéis, motéis, pousadas, albergues de turismo e similares; Restaurantes, bares, churrascarias, cantinas e similares; Atividades artísticas, criativas e de espetáculos; atividades esportivas, de recreação e lazer (exceto clubes); lavanderias, tinturarias e toalheiros; cabeleireiros e outras atividades de tratamento de beleza; atividades funerárias e serviços relacionados; outros serviços pessoais (clínicas de estética, serviços de alojamento, higiene e adestramento de animais domésticos, serviços de engraxates e carregadores de malas, etc.); atividades de apoio à educação e serviços de educação continuada (cursos de idiomas, de ensino de esportes, arte e cultura, cursos preparatórios para concursos, etc.).