Receita do Setor de Serviços

A Pesquisa Mensal de Serviços permite acompanhar a conjuntura do Setor de Serviços e é realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Seus dois principais indicadores são a receita nominal de serviços e o volume de serviços (receita real, considerando a inflação).

O público alvo da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) [1] são empresas de serviços não financeiros, exceto de saúde ou educação, com 20 ou mais pessoas ocupadas. Ela possui abrangência nacional e há indicadores para todas as Unidades Federativas. Os resultados são divididos conforme grupos de atividade [2] em consonância com a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) 2.0.

Assunto disponibilizado pela Unidade de Atendimento Setorial – Comércio e Serviços


Índice

Receita no Setor de Serviços
Contexto Regional
Atividades turísticas
Comparação Anual
Comparativo com outros setores
Referências


 

Receita no Setor de Serviços

De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), o volume do Setor de Serviços apresentou avanço de 1,3% entre novembro e dezembro. Ela foi divulgada no dia 16/02 pelo IBGE. Consequentemente, o nível de receita real do setor ficou em 90,2 ao tomar 2014 como ano base (100). Caso a comparação seja feita entre dezembro de 2017 e dezembro de 2016, ocorreu uma alta de 0,5%. A taxa acumulada em 12 meses é de -2,8%.

Contexto Regional

No contexto regional, 18 unidades da federação apresentaram crescimento na comparação com o mês imediatamente anterior. As três UFs com maiores variações positivas foram: Roraima (15,1%), Maranhão (5,4%) e Espírito Santo (4,6%). Por outro lado, as maiores quedas foram observadas em: Tocantins (-12,7%), Ceará (-3,4%) e Mato Grosso (-2,6%).

Atividades turísticas

As atividades turísticas tiveram alta de 2,8% em comparação com o mês imediatamente anterior. Apenas 10 das 27 Unidades Federativas tiveram alta. Os estados com maiores altas foram: Santa Catarina (10,2%), Rio Grande do Sul (6,2%) e Bahia (5,8%). Já as UFs com maiores quedas foram: São Paulo (-3,8%), Distrito Federal (-1%) e Ceará (1,4%).

Comparação Anual

Na comparação entre dezembro de 2017 e dezembro de 2016, os segmentos Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, Outros Serviços e Serviços profissionais, administrativos e complementares tiveram as maiores contribuições positivas, com altas de 2,3 p.p, 0,7 p.p e 0,6 p.p respectivamente. Assim, o volume de serviços cresceu 0,5%, interrompendo a série de 32 resultados negativos nessa comparação.

 

Comparativo com outros setores

A título de referência, o desempenho do setor da Indústria foi de 2,8% entre novembro e dezembro e de 2,5% na comparação anual. A taxa acumulada em 12 meses está em 2,5% para o setor.

 

Referências

[1] Para acessar a página da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), clique aqui.

[2] Para baixar o pdf com a descrição dos grupos de atividades da PMS, clique aqui.

[3] Para acessar a página da Pesquisa Mensal de Comércio (PMS), clique aqui.

[4] Para acessar a página da Pesquisa Industrial Mensal Produção Física – Brasil (PIM-PF), clique aqui.

[*] Incluem: Hotéis, motéis, pousadas, albergues de turismo e similares; Restaurantes, bares, churrascarias, cantinas e similares; Atividades artísticas, criativas e de espetáculos; atividades esportivas, de recreação e lazer (exceto clubes); lavanderias, tinturarias e toalheiros; cabeleireiros e outras atividades de tratamento de beleza; atividades funerárias e serviços relacionados; outros serviços pessoais (clínicas de estética, serviços de alojamento, higiene e adestramento de animais domésticos, serviços de engraxates e carregadores de malas, etc.); atividades de apoio à educação e serviços de educação continuada (cursos de idiomas, de ensino de esportes, arte e cultura, cursos preparatórios para concursos, etc.).