Como está a confiança dos empresários de Comércio?

O Índice de Confiança em Comércio é o principal indicador da Sondagem do Comércio, feita pela Fundação Getúlio Vargas em parceria com o Banco Central do Brasil. A pesquisa é realizada mensalmente e possui abrangência nacional. Seu objetivo é permitir monitoramento e antecipação de tendências econômicas com base em informações prestadas por empresas do setor. 

De forma mais detalhada, o Índice de Confiança em Comércio (ICOM) [1] representa a média aritmética de dois outros indicadores: Índice da Situação Atual (ISA-COM) e Índice de Expectativas (IE-COM). O Índice da Situação Atual (ISA-COM) mede o Volume da Demanda Atual, enquanto o Índice de Expectativas (IE-COM) considera a média aritmética dos indicadores Tendência dos Negócios nos Seis Meses Seguintes e Expectativas para as Vendas nos Três Meses Seguintes. Dessa maneira, é possível acompanhar mensalmente como as empresas de Comércio percebem o cenário atual dos negócios e suas expectativas para os próximos meses. 

Assunto disponibilizado pela Unidade de Atendimento Setorial – Comércio e Serviços


Índice

Índice de Confiança de Comércio (ICOM)
Índice da Situação Atual (ISA-COM)
Índice de Expectativas (IE-COM)
Fatores limitantes à melhora nos negócios
Referências


Índice de Confiança de Comércio (ICOM)

Índice de Confiança de Comércio (ICOM) apresentou avanço de 6,8 pontos em setembro. Ele foi divulgado no dia 27/09 pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Este resultado ocorreu por melhora nas expectativas e na avaliação sobre a situação atual, além de interromper uma série de quadro quedas consecutivas no ICOM.

Índice da Situação Atual (ISA-COM)

Índice da Situação Atual (ISA-COM) teve aumento de 6,5 pontos. Este é o maior nível desde janeiro de 2015.

Índice de Expectativas (IE-COM)

Índice de Expectativas (IE-COM) teve um avanço de 7,0 pontos. Com isso, ele retorna ao nível alcançado antes da crise política desencadeada dia 17 de maio.

Fatores limitantes à melhora nos negócios

Os empresários citaram ligeiramente menos o fator Demanda Insuficiente como limitante à melhoria nos negócios. Cerca de 35,3% das empresas citavam este fator como principal limitante em junho, enquanto em agosto este número caiu para 33,5%.

Referências

[1] Para baixar a metodologia da Sondagem do Comércio diretamente no site da FGV, basta clicar neste link.