O que aconteceu com o velho DataSebrae?

Por Karina Souza, edição de Pedro Henrique Souza

 

Se, nos últimos dias, você acessou o novo DataSebrae e não encontrou os indicadores que você costumava consultar, não se preocupe, eles continuam disponíveis. Com o lançamento da nova versão da plataforma, eles passaram a compor módulo especial, o DataSebrae Indicadores. Para acessá-lo, basta clicar no botão “Indicadores” no menu do topo do site, como é mostrado na imagem abaixo.

Lá, você pode acessar dados específicos que chegam ao nível de município, produto, porte e CNAE. Mas isso já era possível, não é mesmo?

A novidade é que o sistema ficou mais amigável, e talvez mais bonito, com mudanças na dinâmica de acesso e navegação. Agora, tudo está disponível em uma barra de menu lateral. Ao clicar em uma das categorias você verá uma série de cartões. Cada um deles faz referência a um indicador específico, mostrando descrição e alternativas de visualização da informação, como em gráficos e mapas.

Depois que uma visualização for aberta, você continua tendo acesso aos demais indicadores. Dessa vez, por meio do menu lateral, que mostra a lista de indicadores de cada categoria.

Por falar em categorias, elas também foram repensadas para tornar a navegação mais simples e lógica. Trabalho que levou em consideração a perspectiva de usuários reais do sistema.

 

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Você vai gostar do Novo DataSebrae
Nem todo o conteúdo do DataSebrae fica aberto ao público

 

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Nem todo o conteúdo do DataSebrae fica aberto ao público

Por Pedro Henrique Souza

 

Como colaborador do Sebrae, você tem acesso aos ambientes do DataSebrae que não estão disponíveis ao público externo. É o caso de bibliotecas com documentos de apoio à estratégia e gestão de projetos, além das últimas edições de informativos como o Gestão em Foco e o Panorama Sebrae.

Também ficam disponíveis painéis com recomendações individuais e com o histórico das últimas páginas visualizadas.

Para acessar esses recursos, comece clicando no botão “área restrita” no topo da página.

O próximo passo é digitar o seu e-mail de colaborador do Sebrae e a sua senha. Ela é a mesma que você usaria para acessar sistemas do Sebrae, como o SGE e o SME. Nessa etapa, é recomendável selecionar a opção “Lembre-se de mim”. Com isso, não é necessário fazer o login de novo, a cada nova visita ao sistema.

Por fim, quando o login for realizado, você será direcionado à página inicial do DataSebrae, e já pode notar as diferenças em relação ao acesso público.

 

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O que aconteceu com o velho DataSebrae

 

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Você vai gostar do Novo DataSebrae

Por Pedro Henrique Souza e Karina Souza

Não é de hoje que buscamos soluções para o desafio de responder as perguntas daqueles que trabalham para apoiar os pequenos negócios. É nesse contexto que surge a nova versão do DataSebrae. Ele preenche lacunas que ainda não haviam sido supridas por soluções anteriores e permite que você encontre respostas específicas de modo bem mais simples e direto. Das questões sobre o planejamento até os dados demográficos de cada município, tudo está à sua disposição.

Entre dificuldades e soluções, o infográfico abaixo mostra o caminho que deu origem à nova versão do DataSebrae. Essa evolução é o que nos dá certeza de que você vai gostar dessa ferramenta.

 

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Nem todo o conteúdo do DataSebrae fica aberto ao público
O que aconteceu com o velho DataSebrae?

 

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Não é só uma questão de imagem

Por Pedro Henrique Souza

Ainda que a sustentabilidade seja tema recorrente, parte dos seus benefícios ainda é desconhecida pelos pequenos negócios. Mais do que uma opção para apoiar o meio ambiente e agregar valor à própria marca, as práticas sustentáveis também podem ser um aliado na busca por resultados melhores e mais consistentes. Isso porque elas ajudam a reduzir custos e aumentar a eficiência de vários processos. É o que mostra uma série de relatórios sobre o assunto produzida pelo Centro Sebrae de Sustentabilidade em parceria com o Sebrae Santa Catarina.

Os temas abordados vão desde requisitos para licenciamento ambiental até estratégias de compras sustentáveis, passando pela gestão de resíduos sólidos e de recursos hídricos. Em comum, está o objetivo de apoiar os clientes do Sebrae e as atividades de atendimento da instituição.

Os relatórios podem ser acessados por meio de dois infográficos interativos. O primeiro deles tem foco nas atividades desempenhadas pelo próprio Sebrae, enquanto o segundo traz orientações úteis aos clientes.

A sustentabilidade no dia a dia do Sebrae
A sustentabilidade para os clientes atendidos pelo Sebrae

 

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3 mitos sobre as micro e pequenas empresas nos quais você sempre acreditou
Os resultados da estratégia de macrossegmentos estão aparecendo

 

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Os resultados da estratégia de macrossegmentos estão aparecendo

Por Karina Souza, edição de Pedro Henrique Souza

 

Peter Drucker costumava dizer que aquilo que não pode ser medido também não pode ser administrado. Daí a importância de manter o aprimoramento constante de ferramentas de monitoramento dos resultados. É o caso do SME. Recentemente ele ganhou novos painéis, que tratam da realização das estratégias dos macrossegmentos e do desempenho dos estados.

Informações por macrossegmento
Você sabe quais estados trabalham com o macrossegmento de economia criativa? E quantas empresas já foram atendidas pelo de alimentos e bebidas, em todo o país? Essas informações são cruciais porque ajudam a monitorar a realização da nova estratégia de atendimento do Sebrae. Por esse motivo, foram disponibilizados novos relatórios de acompanhamento no SME. Eles apresentam dados sobre a execução financeira e o número de atendimento dos macrosegmentos, com filtro por região e estado.

Outra vantagem é a possibilidade de visualizar informações de apoio à gestão dos projetos vinculados a cada um dos macrossegmentos. Com isso, é possível ver, por exemplo, o número de marcos críticos que estão atrasados, no prazo e superados. Ainda nesse contexto, há previsão de que sejam disponibilizados novos relatórios, ainda mais específicos.

Para acessar as informações disponíveis, procure por “Monitorar resultados” no SME. Depois, clique em “Programas, Projetos e Produtos Nacionais” e chegue em “Macrossegmento, Programas e Projetos Nacionais – Consolidado”.


Desempenho dos estados
Monitorar o desempenho dos estados é ao mesmo tempo um desafio e uma necessidade. Por esse motivo, o SME teve melhorias. Agora, você pode visualizar todos os resultados da UF em um único painel. É o caso da execução das receitas, de forma estratificada. Ou seja, elas estão disponíveis em função da sua origem, como CSN, CSO, receitas próprias e diversas. Também podem ser acessados os dados sobre a execução das despesas do Sebrae e dos parceiros, assim como a realização das estratégias de macrossegmentos. Tudo isso é mostrado de forma visual para dar mais sentido à informação.

Para acessar, procure por “Monitorar resultados” no SME. Depois clique em “Sistema Sebrae e Sebrae UF” e chegue em “Painel de monitoramento por UF”.

 

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3 mitos sobre as micro e pequenas empresas nos quais você sempre acreditou
Não é só uma questão de imagem

 

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3 mitos sobre as micro e pequenas empresas nos quais você sempre acreditou

Por Pedro Henrique Souza

 

Em pesquisa recente, o Sebrae entrevistou 10.284 donos de micro e pequenas empresas com o objetivo de identificar o perfil desses negócios. Ela mostra que algumas das características mais atribuídas nem sempre se verificam, enquanto outros aspectos confirmam a imagem comum desse público. Aqui, nós mostraremos alguns desses mitos e verdades, tal como já fizemos com os MEI, em edição anterior do Gestão em Foco.


Mito: A maior parte das micro e pequenas empresas recebe algum apoio na hora de se formalizar
A verdade é que 58% desses negócios afirmam que não receberam qualquer tipo de ajuda quando iniciaram as suas empresas. Por outro lado, 30% contaram com o auxílio dos contadores e somente 3%, do Sebrae.


Mito: Ainda é raro ver uma pequena empresa vendendo para o governo
41% das empresas de pequeno porte já venderam para a administração pública. Entre as microempresas, esse número também é significativo: 30% delas já fizeram esse tipo de venda.


Mito: A crise é reconhecida como principal dificuldade das empresas
Ao serem questionados sobre a principal dificuldade para manter os seus negócios, os empresários destacam desafios constantes mais do que dificuldades passageiras. Para eles, conquistar clientes e atender às obrigações legais são os maiores obstáculos, com 30% e 14% das respostas, respectivamente.  Por outro lado, somente 1% dos donos de negócio reconhece a crise como sendo a principal dificuldade que enfrentam.


Verdade: a formalização ajuda nos negócios
Para as micro e pequenas empresas, a formalização realmente traz benefícios. 75% delas afirma que ganharam mais dinheiro depois de se formalizar, enquanto 60% acreditam que o CNPJ deu melhores condições para comprar de fornecedores.


Verdade: a maioria das micro e pequenas empresas atua em espaço próprio
Realmente, 3 em cada 4 dessas empresas realizam as suas atividades em um estabelecimento comercial ou industrial. Por outro lado, só 21% delas estão em casa e 1% se mantém em feiras ou shoppings populares.


Verdade: Controle financeiro é o tema de capacitação mais demandado entre os pequenos negócios
Quando questionadas sobre as áreas em que gostariam de se capacitar, 47% das micro e pequenas empresas destacam questões relativas ao controle financeiro. Em segundo lugar vem os temas de propaganda e marketing, com 43% do total.


Você também pode baixar a apresentação completa da pesquisa, clicando aqui.


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Os resultados da estratégia de macrossegmentos estão aparecendo
Não é só uma questão de imagem

 

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3 dicas para criar análises mais precisas

Por Alexandre Lima, com edição de Karina Souza

Alguns princípios básicos da estatística ajudam a fazer análises mais próximas da realidade. Eles sugerem que o senso comum nem sempre é a melhor opção e alertam para aspectos que devem ser observados.

Nem sempre a média é a melhor medida

No ano passado um projeto atendeu 7 empresas. Uma delas teve aumento de 95% do faturamento, enquanto algumas registram elevação de 5% e outras de 10%. Nesse caso, a média seria de 20%. Na prática, o número não representa a realidade de nenhum desses negócios porque o valor foi influenciado por um caso que vai muito além da curva. No contexto, seria melhor calcular a mediana. Funciona assim, depois de colocar os valores em sequência crescente, basta encontrar aquele que está precisamente na metade da série. Essa é a mediana, que aqui é de 10%, número bem mais coerente com os resultados do projeto.

Mas fique atento, se a quantidade de valores da série for par, você deverá encontrar os dois números do meio, somá-los e dividi-los por dois. O resultado é a mediana.

A variabilidade também faz diferença

Agora, pensando sobre o lucro das empresas atendidas pelo projeto. Algumas delas não registraram variação, enquanto outras tiveram 50% de aumento e um grupo chegou a 100%. Nesse caso, a mediana seria de 50%, como mostra a imagem abaixo. O problema é que esse número não prova que o projeto foi mesmo o responsável por esses resultados. O fato de existirem valores muito dispersos coloca em dúvida o impacto das ações realizadas com essas empresas. Elas podem, por exemplo, ter se beneficiado por outros fatores, já que diferem muito entre si. Por outro lado, se a discrepância entre os valores fosse menor, seria mais seguro afirmar que o projeto realmente conduziu essas empresas a tais resultados. Afinal, ele é o que há de comum entre elas.

Na prática, significa dizer que quanto mais próximos forem os valores de uma série, maior é a certeza sobre a correlação deles com determinado fator.

Algumas medidas ajudam na avaliação da variabilidade. A mais comum delas é chamada de desvio padrão, que pode ser calculada com apoio de planilhas digitais, como as do Excel. O que esse indicador faz é quantificar a distância dos valores em relação à média.

Evite prejuízos na análise, prefira coletar os números exatos

Em uma pesquisa, nem sempre é possível obter valores exatos, como dados sobre o lucro e o faturamento das empresas. No entanto, essa ainda é a melhor opção, porque evita prejuízos em análises posteriores. Significa que identificar uma empresa pela faixa de faturamento entre 10 e 20 mil reais, não é tão bom quanto declarar que ela recebeu 16 mil reais, por exemplo. Primeiro porque, se a necessidade é de agrupar aquelas que receberam até 12 mil reais, a informação do primeiro caso não poderia ser usada. Depois, porque trata de forma semelhante os negócios que faturaram 11 mil e aqueles que tiveram receita de 19 mil. Além disso, com valores exatos, você poderá criar faixas de acordo com a sua necessidade.

Uma dica para obter respostas mais precisas é pedir por valores aproximados, ao invés da opção por faixas abrangentes.

 

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Por que as empresas morrem?
2 mudanças que você sempre quis ver no SGE

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2 mudanças que você sempre quis ver no SGE

Por José Mendes Júnior, com edição de Pedro Henrique Souza

O SGE é um dos sistemas mais usados no Sebrae e, talvez por isso, é tão importante que ele seja melhorado constantemente. É o caso das últimas mudanças implementadas. Elas dizem respeito à perda de dados ao ajustar o projeto entre um PPA e outro e ao uso do sistema em navegadores diferentes do Internet Explorer.

Perda de dados no PPA futuro

Muitos gestores já passaram por isso: no momento de analisar o PPA futuro a sua iniciativa precisou ser ajustada. Ao retorná-la para o PPA atual, dados como o vínculo ao mapa estratégico e valores orçados foram perdidos. No fim você acaba tendo que lançar tudo novamente. Pelo menos, isso costumava ser assim…

Agora, mesmo que o gestor precise cancelar o projeto do PPA futuro, ele ainda terá a opção de restaurar os dados que já haviam sido lançados. Isso acontece tanto para o módulo de planejamento quanto para o de orçamento. Nesse caso, basta clicar em “sim” no momento em que o sistema questionar sobre a intenção de recuperar essas informações, como mostra o exemplo abaixo:

Módulo de planejamento:

Módulo de orçamento:

 

Agora, o SGE pode ser acessado em outros navegadores

Uma atualização aguardada por muitos usuários do sistema foi entregue. O SGE já está funcionando em diversos navegadores. Além do Internet Explorer, você também pode acessá-lo pelo Firefox, Chrome e Edge. Isso é importante porque o navegador veterano da Microsoft vem sendo substituído e não é mais tão disponível quanto costumava ser.

 

 

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3 dicas para criar análises mais precisas
Por que as empresas morrem?

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Por que as empresas morrem?

Por Karina Souza, com edição de Pedro Henrique Souza

Alguns fatores influenciam o fim das empresas mais do que outros. É o que mostra a pesquisa “Sobrevivência das empresas”, realizada pelo Sebrae entre os meses de julho e agosto de 2016. Ela reitera o fato de que, juntos, aspectos como o nível de capacitação, o planejamento e a gestão contribuem com o sucesso dos empreendimentos. Mas vai além. Entre os resultados, também são destacadas características como a condição do empreendedor antes de abrir o negócio e o conhecimento dele sobre as últimas tecnologias do seu segmento.

No caso dos empreendedores com empresas ativas no momento da entrevista, a proporção dos que fizeram algum curso para gerenciar o seu negócio era maior, 51% contra 34% dos proprietários de empresas inativas. Eles também planejam por mais tempo. Em média, empresas ativas dedicaram-se por 11 meses ao planejamento, antes da abertura dos seus negócios. Esse número é menor nas demais: apenas 8 meses.

A condição dos empreendedores antes de iniciar o negócio também mostra relação com os resultados da empresa. Aqueles que estavam desempregados, por exemplo, têm chance maior de levar o seu negócio ao fechamento, já que respondem por 30% do total de proprietários de empresas inativas. Entre as ativas, esse percentual é de somente 21%. Por outro lado, o conhecimento sobre as últimas tendências do segmento também é significativo. Empresários que buscam estar sempre atualizados em relação às tecnologias da sua atividade respondem por 89% das empresas ativas enquanto, entre as inativas, eles contabilizam 78%.

 

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Sebraetec

O SEBRAETEC é um programa nacional do Sistema SEBRAE que aproxima os prestadores de serviços tecnológicos dos pequenos negócios, criado para que os pequenos negócios possam inovar por meio do acesso à mão de obra especializada. O programa oferece soluções personalizadas para melhorar os processos, serviços e produtos, além de facilitar a adoção de inovação e tecnologia por parte dos pequenos negócios.

 

Leia mais sobre o SEBRAETEC clicando aqui. 

 

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Satisfação e Impacto do Negócio a Negócio

O Negócio a Negócio (NaN) é um programa gratuito de atendimento e orientação empresarial que oferece diagnósticos e recomendações para microempreendedores individuais e donos de microempresas.

Por meio do programa, um Agente de Orientação Empresarial (AOE) realiza visitas nas empresas e aplica um diagnóstico de gestão básica, abrangendo temas como finanças, operações e mercado. Posteriormente, são sugeridas soluções para melhoria do negócio.

Confira os resultados de satisfação e efetividade do Programa Negócio a Negócio referentes ao ano de 2016.

 

 

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Um é mais smart e o outro é mais fone

Por Kennyston Lago, com edição de Pedro Henrique Souza

O acesso a tecnologias digitais é bastante próximo entre empreendedores urbanos e rurais, no entanto, o uso que os dois grupos dão a essas ferramentas ainda é distinto. Isso é o que demonstra a pesquisa “Tecnologia da Informação no Agronegócio”, publicada pelo Sebrae no último mês. Os dados deixam claro que a adesão aos telefones celulares é quase unanimidade em ambos os grupos. 97% dos empreendedores urbanos utilizam o aparelho, já entre os rurais esse número é de 95%. Por outro lado, o acesso à internet via celular não é tão vasto. Somente 64% dos empreendedores urbanos aproveitam esse recurso. Entre os rurais, 59%.

A distância entre o campo e a cidade é maior ao observar o uso dos computadores. 76% dos empreendedores urbanos empregam essa ferramenta em seus negócios.  No meio rural, somente 40%. Número que se reflete nas iniciativas desses produtores. Apenas 16% deles possuem página na web ou em rede social, enquanto 15% já fizeram algum curso online. Ainda nesse contexto, cabe destacar que somente 6% deles já fizeram compras pela rede e somente 4% realizaram vendas nesse canal.

Os resultados mostram que, de forma geral, os empreendedores rurais conhecem pouco as ferramentas digitais de gestão, estão pouco presentes nas redes sociais, raramente possuem página na web, e quase não fazem cursos online. Ou seja, ainda que esses recursos estejam disponíveis a esse público, há muito em que se avançar na aplicação, trazendo ganhos reais aos negócios no campo.

Esse cenário apresenta uma oportunidade de atuação para o Sebrae junto aos produtores rurais, auxiliando-os a aumentar a sua presença no mundo digital, de acordo com a realidade e a necessidade de cada cliente.


Infografia de Matheus Correa

 

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4 perguntas que o seu planejamento precisa responder
O MEI não é quem você conhece

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4 perguntas que o seu planejamento precisa responder

Por Karina Souza, com edição de Pedro Henrique Souza

Algumas perguntas não podem ficar fora do seu PPA, elas ajudam a traçar o caminho até os objetivos pretendidos. Pensando nisso, selecionamos as mais frequentes e sugerimos fontes para que você possa encontrar as respostas.

Quem é e quantos fazem parte do público que o meu projeto precisa atender?

Você sabe quantas empresas existirão no seu estado em dezembro de 2017? E qual será a participação dos pequenos negócios nesse universo? Essas informações são imprescindíveis ao seu planejamento e estão disponíveis no documento “O público do Sebrae”. Nele, você encontra projeções do universo de clientes por estado até o ano de 2022, além de informações mais técnicas, como os critérios de classificação de cada um dos nossos públicos. Significa que o documento ajuda a estimar o número de clientes que devem ser atendidos pelo seu projeto e quem são eles.

Em quais municípios está o público que o meu projeto precisa atender?

Saber a classificação e a quantidade de clientes é importante, mas não suficiente. Para que o seu projeto seja realizado da melhor forma possível também é preciso conhecer a localização deles no seu estado. Essa informação está disponível no DataSebrae. Por meio do mapa do número de empresas é possível filtrar setores e CNAEs específicas, visualizando a informação entre cores mais claras e mais escuras. Nesse caso, o gestor da carteira de alimentação fora do lar do estado de Pernambuco, por exemplo, perceberia que as cidades de Petrolina, Serra Talhada, Araripina e Salgueiro não podem ficar de fora. Elas têm a maior concentração de lanchonetes entre os municípios do sertão pernambucano, como mostra a imagem abaixo.

De modo mais abrangente, as unidades de atendimento setorial podem priorizar municípios do seu estado. Isso porque o DataSebrae também destaca os setores econômicos predominantes em cada município, de acordo com a participação no PIB.

Qual é o potencial dos municípios para o público do meu projeto?

Medir o potencial dos municípios para uma determinada atividade econômica é parte do trabalho de planejamento. Isso porque, além da concentração de empresas de uma mesma CNAE, também é importante identificar as chances de crescimento e continuidade desses negócios, para não esbarrar nos limites do mercado local.

O DataSebrae também pode ajudar nessa questão. Nele, estão estimativas sobre o número de habitantes de cada município, além da renda média, nível de escolaridade e faixa etária. Essas informações ainda podem ser complementadas por dados como a arrecadação total dos principais impostos.

Outra ferramenta de grande valia nesse contexto é o painel de densidade e atratividade. Por meio dele, é possível avaliar o crescimento e a quantidade de empresas de cada um dos portes de pequenos negócios por setor e atividade econômica.

O que ajuda e o que atrapalha o público que pretendo atender?

Um projeto só é bem-sucedido se puder resolver problemas dos clientes que atende. Sendo assim, podemos começar identificando quais são as principais dificuldades desse público. Para isso, a página Gestão Estratégica do Conexão Sebrae disponibiliza diversas pesquisas. Ela é um diretório para temas que vão desde aspectos específicos como o universo da moda plus size, até cenários mais abrangentes como aqueles revelados pela pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor). Esta última retrata o empreendedorismo brasileiro por meio de características demográficas e comportamentais dos empreendedores.

 

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Um é mais smart e o outro é mais fone
O MEI não é quem você conhece

O MEI não é quem você conhece

Por Kennyston Lago, com edição e infografia de Pedro Henrique Souza

Quem é a pessoa que você imagina quando se fala em MEI? Seja qual for essa imagem, ela representa somente uma fração desse público. É o que mostra a pesquisa “O Perfil do MEI”, publicada pelo Sebrae no último mês. Os dados descrevem um grupo quase tão heterogêneo quanto o da própria população brasileira. Se, por um lado, 25% dos MEI estão limitados ao ensino fundamental, outros 27% chegaram ao ensino superior. Sendo que 36% do total somente concluiu o ensino médio.

Por si só, o nível de escolaridade já é capaz de desfazer o mito sobre a homogeneidade desse grupo. No entanto, outras características também argumentam em favor dessa constatação. É o caso da renda. 27% dos MEI possuem renda familiar superior a 5 salários mínimos, enquanto 19% contabilizam até 2 salários mínimos em seus domicílios. A mesma regra vale para a idade. Ainda que a faixa entre 30 e 49 anos represente 59% dos MEI, 29% deles têm mais de 50 anos e outros 15%, menos de 29. O que demonstra a adesão tanto dos mais jovens quanto dos mais velhos.

Além das características demográficas, o modo como os MEI trabalham também resiste a generalizações. Somente 9% deles trabalha nas ruas, enquanto 29% estão em um estabelecimento comercial e 44% trabalham em casa. Outros locais também foram citados, como a casa ou empresa do cliente (15%), além de feiras e shoppings populares (1%). Ao todo, 46% também vendem produtos e serviços para empresas, e não somente para consumidores finais.

Outras informações sobre os vários perfis do MEI podem ser vistas no infográfico abaixo, ou no assunto “Perfil do MEI” no DataSebrae.


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As principais necessidades dos empresários em 2017

Por Aretha Zarlenga e Kennyston Lago, edição de Pedro Henrique Souza

Com base no cenário econômico atual e no resultado de pesquisas realizadas pelo Sebrae, identificamos as 3 principais necessidades dos pequenos negócios em 2017. O período é marcado por dificuldades financeiras e de gestão.

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